Montagem de Móveis Corporativos e Residenciais em diversas cidades do Brasil
Orçamento montador de móveis POM
 

11/10/2013

Casas Bahia, Marabraz e Lojas Cem: Grandes experiências para um montador!

Dentro do universo da montagem, podemos destacar três fontes distintas na formação dos montadores de móveis: São elas os cursos de montagem oferecidos no mercado, as lojas e fábricas de móveis via treinamento interno e também o aprendizado que ocorre na prática, como ajudante de montagem diretamente com o profissional autônomo.

Apesar das diferenças de caminho estre os mesmos, todos possuem características em comum, a capacidade de formar um profissional. Na grande maioria é daí que nascem os montadores, é difícil nascer diretamente um montador de móveis corporativos ou planejados.

A diferença entre as fontes citadas pode contribuir para que falhas de formação existam. Um professor ruim, um profissional com vícios ou uma loja que não investe como deveria em seus montadores.

Particularmente no caso das lojas, desde que exista um rodízio de montadores e uma boa diversidade no mix de produtos que ela vende, parece-nos uma excelente fonte para a formação destes profissionais.

Os cursos são mais técnicos, porém o dia a dia da montagem consegue ao final de um período mais longo, preencher esta lacuna de necessidade de treinamento. Principalmente se esta loja possuir um núcleo de montagem forte, ou seja, profissionais treinadores experientes e sem vícios que capacitarão os mais novos.

Novamente no caso das lojas, treinar seus montadores é uma questão de sobrevivência, um cliente zangado tem um peso muito grande no mercado.

Fica difícil comparar qual a loja treina melhor, mas talvez pela quantidade de montadores que passaram por essas empresas, temos a sensação de que as Casas Bahia, as Lojas Cem e a Marabraz conseguiram formar muitos montadores que hoje ocupam o mercado autônomo em nossa região

Da mesma maneira que Insinuante e Ricardo Eletro hoje somados ao Ponto Frio, também conseguem replicar o mesmo processo em outras regiões.

Poderíamos citar Gazin, Magazine Luiza e diversos outros grupos que exercem o mesmo movimento em relação à mão-de-obra da montagem, mas não é este o foco em questão. O que importa é a fonte originária destes profissionais ser significativamente as lojas.

O que precisamos registrar é que, de alguma maneira, muitos destes montadores, quando atingem um nível mais elevado de qualificação, resolvem partir para novos tipos de atendimento. Este movimento é particularmente ruim para as lojas que sempre precisam estar formando novos profissionais com o objetivo de abastecer suas necessidades internas.

Do lado de fora, o mercado faz a sua seleção natural, porque trabalhar como autônomo exige outras habilidades além das técnicas de montagem. Muitos que montavam móveis convencionais e modulados migrarão para montagens mais elaboradas (corporativos e planejados) e outros simplesmente deixarão a profissão.

Dentro desta dinâmica, estamos aqui, na tentativa de auxiliar aqueles que precisam de ideias, ensinamentos e conceitos, ou qualquer tipo de novo aprendizado que ainda não tiveram a chance de absorver. Caso tudo isto ainda não seja o bastante, estamos aqui simplesmente para sentirem-se em casa!

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