Rede de Montagem e Assistência Técnica POM

O cliente espera um bom serviço, não está interessado em assuntos paralelos. Não diminua o produto, nem o profissional anterior, caso exista um.

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PortaL do Montador ME - Montador, anuncie em espaço prático, dedicado exclusivamente à divulgação de serviços de montagem de móveis em todo o Brasil.

Montador de Móveis Credenciado POM Brasil

A realização de um bom trabalho vai além do resultado final. Um profissional de sucesso realiza suas atividades com cuidado, organização e planejamento.

Montadores de Móveis Profissionais

A boa montagem nasce de um projeto bem feito, matérias-primas adequadas, processos de fabricação padronizados e principalmente de um montador de móveis capacitado.

Montagem, Desmontagem e Remontagem de Móveis

O consumidor precisa aprender a distinguir montadores de móveis profissionais e montadores de móveis eventuais. Por melhor que seja o produto, corre-se o risco de danificá-lo.

Montagem de Móveis Corporativos e Residenciais em diversas cidades do Brasil
Orçamento montador de móveis POM
 

5/29/2013

Esquemas de Montagem


Portal do Montador de Móveis
O tema “Esquema de Montagem” continua um desafio para a indústria moveleira sob diversos aspectos. Entre tantos, acreditamos que três deles sejam os cruciais que possam permitir uma valorização deste documento.
O primeiro de todos eles é a exigência do Cliente e utilização por parte do montador. Tomando em mente o manual de um automóvel, a planta de uma casa, até mesmo o manual de uma simples calculadora, celular ou brinquedo, quando comparamos os valores de compra destes produtos, obviamente que o móvel mereceria muito mais cuidado.
O esquema de montagem de um móvel é seu manual, precisa ser seguido e deve ser guardado, seja para posteriores remontagens, para solicitação de peças de reposição ou mesmo como certificado de garantia. O esclarecimento do consumidor e a conscientização e/ou profissionalização do montador reverteriam este primeiro aspecto de uma maneira bastante positiva.
Um segundo aspecto seria a visão do fabricante sobre o Esquema de Montagem como custo no produto. Obviamente que este fabricante não costuma avaliar o tempo gasto com telefonemas, e-mails, dedicação de seus profissionais com a identificação do produto bem como da peça descrita pelo cliente.
Sumarizando esses custos invisíveis, ficamos chocados com o potencial de minimização de problemas que um esquema de montagem bem elaborado pode proporcionar. Um estudo de profundidade mediana levado de maneira séria pelo fabricante eliminaria radicalmente o pensamento deste item como custo para o produto.
Terceiro aspecto e aqui podemos contribuir levantando uma bandeira. A obrigatoriedade da existência deste documento e sua respectiva padronização, exigida pelos órgãos regulamentadores do setor e de proteção ao consumidor.
Um esquema de montagem precisa seguir uma liturgia para considerar-se bem elaborado. Basicamente existem 2 tipos de esquema de montagem altamente difundidos entre os fabricantes.
  • Esquema de Montagem de vista explodida
  • Esquema de Montagem passo-a-passo
Em nosso entendimento, nenhum dos dois é o documento ideal, mesmo que o segundo seja mais abrangente que o primeiro. Nossa proposta consiste na combinação dos elementos presentes nestes dois materiais técnicos.
Desta maneira vamos detalhar os elementos mínimos necessários para a elaboração de um esquema de montagem funcional.
  1. Código do esquema de montagem
  2. Código e descrição dos produtos aos quais se aplica, lote de fabricação e controle de versão dos produtos do esquema.
  3. Características Técnicas do Produto - L.A.P., Peso Líquido, Peso Bruto e quantidade de caixas/volumes (n)
  4. Características técnicas dos volumes – identificação dos volumes (m) de (n), l.a.p., peso bruto e cubagem
  5. Nome e endereço da empresa e contato do SAC
  6. Vista do produto Final montado
  7. Vista explodida dos itens
  8. Tempo de montagem aproximado
  9. Ferramentas necessárias para a execução do trabalho
  10. Relação de peças do produto com quantidades e identificação dos volumes onde se encontram (Classificar com números)
  11. Listagem de ferragens e acessórios necessários e respectivas quantidades (Classificar com letras para diferenciar das peças). Representá-las graficamente.
  12. Representação esquemática do passo-a-passo no estilo de montagem horizontal. Visto que muitas vezes o móvel pode ser montado tanto na horizontal (deitado) como na vertical (em pé), onde este segundo é recomendado apenas quando existem restrições ao espaço de trabalho e movimentação. Fica facultativo representar o segundo método.
  13. Representações esquemáticas com chamadas dos detalhe durante o passo-a-passo para pontos críticos ou muito pequenos, de maneira a torná-los mais claros.
  14. Informações relativas à composição de matérias-primas do produto.
  15. Informações relativas à limpeza e conservação do produto.
  16. Identificação do responsável técnico pela elaboração do esquema. Nome do responsável ou simplesmente departamento de criação.
Diante do exposto apresentamos (no box lateral) a estrutura de um modelo ideal de esquema de montagem, provido de todos os elementos que consideramos imprescindíveis. Independente do layout adotado, todos os elementos listados devem estar presentes. Mais além, legalmente, deveria existir de maneira compulsória a exigência dos mesmos, bem como a própria existência do esquema de montagem. Sua disponibilidade na língua do cliente seria obrigatória para a comercialização do produto.

5/28/2013

O Montador de móveis como empreendedor individual

Portal do Montador de MóveisA legislação trabalhista e tributária brasileira sofreu enormes alterações nos últimos anos. Dentre elas, uma extremamente importante para o universo dos profissionais do ramo moveleiro, a simplificação e gratuidade na obtenção do CNPJ para a categoria profissional dos montadores de móveis. Mesmo assim, muitos montadores ainda não conhecem as novas leis ou não se interessaram nas vantagens de estar cadastrado como Empreendedor Individual.
Com o registro realizado, o empreendedor pode ter um CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), trabalhando de forma legalizada, podendo emitir nota, participar em licitações, comprar direto dos fornecedores ou alargar prazos de pagamentos.
COMO FAZER 
Acesse o Portal do Empreendedor - portaldoempreendedor.gov.br - para realizar a inscrição, atenção porque deve ter consigo os seguintes documentos:
• Número de documento de identidade 
• CPF 
• Endereço
Durante o preenchimento, o empreendedor também terá de aceitar o Termo de Ciência e Responsabilidade. Depois de fazer a sua inscrição, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial são fornecidos imediatamente. Durante o prazo de 180 dias o empreendedor poderá utilizar um título provisório, que irá passar a definitivo caso seja aceito ou deixará de ser útil ao fim desses dias caso seja recusado. Fica destacado que qualquer um destes passos não tem qualquer custo.
No entanto, quando tiver a autorização, o montador empresário necessita pagar mensalmente uma pequena taxa, de modo a continuar legalizado. Atualmente, o valor pago para a previdência social pelos empresários individuais é de 31,10 reais por mês. O cálculo feito pelo Estado tem como base o salário mínimo nacional, sendo este valor (os 31,10 reais) correspondente a 5% do mesmo salário mínimo nacional. Caso este suba, o empresário terá de aumentar também as suas contribuições. A esta valor, ainda são acrescidos 5 reais por mês, sendo estes pagos ao município. Caso tenha produtos comercializados, o valor adicional a acrescentar será de 1 real (valor pago ao Estado).
Portanto, o total das contribuições dadas pelo profissional será, no máximo, de 37,10 reais. Estes mesmo pagamentos podem ser realizados facilmente através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (Dasn). O pagamento pode ser realizado na rede bancária ou nas casas lotéricas até dia ao dia 20 de cada mês.
BENEFÍCIOS 
Como seria de se esperar, o Estado criou vários benefícios para todas as pessoas que legalizarem sua situação, trabalhando fora da informalidade. Antes de verificar os benefícios, fique atento e tenha em mente os requisitos que você precisa cumprir:
• Faturar até 60 mil reais por ano 
• Não ter participações em outra empresa, seja de forma direta ou como sócio 
• Deverá trabalhar sozinho ou ter até um funcionário 
• Não possuir filial
Se você cumpre todos estes requisitos, então está em condições de receber os seguintes benefícios:
• O fato de ter CNPJ permite ao empreendedor negociar, em condições de igualdade, com outras empresas e com o Governo, facilitando a conquista de novos clientes. 
• Redução dos custos na contratação de um funcionário. 
• Possibilidade de abrir conta empresarial. 
• Acesso a benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. 
• Possibilidade de segurança jurídica. 
• Acesso a linhas de créditos específicas, com juros mais baixos.
EXIGÊNCIAS LEGAIS 
Além dos benefícios e das obrigações, o empreendedor individual também necessita de ter em conta alguns pontos que podem fazer a diferença no seu negócio:
• A partir do momento que a sua candidatura é aceita, você não necessita emitir nota fiscal em todas as suas vendas. Apenas terá de fazê-lo caso do seu serviço/venda seja realizado para um pessoa jurídica (empresa). Caso seja realizado para uma pessoa física, não terá de fazê-lo. No entanto, se a empresa optar por emitir sua própria nota fiscal de entrada, o empreendedor individual não terá de emitir a nota de venda. 
• O empresário não tem obrigação de ter um contabilista próprio. No entanto, precisa ter um controle de faturamento para que possa prestar a Declaração Anual do Simples Nacional (Dasn). 
• Caso tenha um funcionário, necessita de entregar também a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que podem ser realizadas via internet. 
• O empresário individual que tenha um empregado, terá um custo mensal de, no mínimo, 690, 42 reais. Isto porque apesar de poder pagar o salário mínimo (622 reais), o empreendedor ainda terá de fazer o desconto para a Previdência Social (18,66 reais) e para o FGTS (49,76 reais). Além disso, o empresário deve fazer o pagamento do 13º mês, férias ou horas extra. 
• Os benefícios previdenciários começam apenas alguns meses depois da sua inscrição. As regras são as seguintes: Salário-maternidade (depois de dez contribuições mensais), Auxílio-doença (12 contribuições mensais), Aposentadoria por invalidez (12 contribuições mensais), Aposentadoria por idade (Mulher aos 60 anos e homem aos 65 e depois de 180 contribuições) e Pensão por morte (a partir do momento do cadastro).
Por último, mas não menos importante, quando o empreendedor ultrapassar os 60 mil reais por ano, ele deve formar uma microempresa, cumprindo as novas obrigações do Simples Nacional.
CONCLUSÃO 
Se você está iniciando seu negócio, aconselhamos que pondere na decisão de inscrever-se como Empresário Individual. O cadastro é grátis e terá que pagar alguns valores mensais, mas que se tornam irrisórios comparando com os benefícios que podem proporcionar ao seu negócio e sua segurança previdenciária. Além do mais, a imagem profissional fica reforçada junto aos clientes, separando-o de aventureiros apenas de passagem pela profissão. Obviamente que existem diversos excelentes profissionais atuando como pessoas físicas, que lutaram bastante para construir uma reputação, o que não é nada fácil. Porém, uma pessoa jurídica transmite o ambiente formal que todos procuram quando precisam de algum tipo de documentação dos serviços prestados.

5/27/2013

A origem do Montador de Móveis

Portal do Montador de MóveisCredita-se a Erie J. Sauder, um marceneiro americano de Ohio, a invenção do primeiro móvel desmontado que se tem notícias, ocorrida em 1951 aos seus 47 anos. Tratava-se de uma mesa com pernas desmontáveis, utilizada em coquetéis.

Gillis Lundgren, um desenhista sueco, aperfeiçoou posteriormente a ideia de Sauder, quando precisou encaixar uma mesa dentro de seu carro.

De acordo com relatos, Lundgren desparafusou as pernas de sua mesa, pois desta maneira ele poderia encaixá-la em seu carro e posteriormente realizar a montagem do móvel em sua casa.

Ele então apresentou e discutiu a ideia com seus funcionários na IKEA, empresa na qual baseou todo seu modelo de negócio em torno deste conceito, lançando o primeiro móvel desmontado em série no ano de 1956.

Devido ao fato do móvel desmontado não exigir montador de móveis dentro das fábricas, os custos de fabricação e transporte tornam-se bastante reduzidos.

Também beneficiam-se desta vantagem os pequenos comerciantes, que naturalmente não possuem grandes espaços para estoque de mercadorias e desta maneira conseguem estruturar seu negócio com custos reduzidos, viabilizando o empreendimento com um aporte de capital menos expressivo.

Os móveis desmontados  são tipicamente embalados em formato de kits em um ou mais volumes. Tais kits contém os painéis, parafusos, dispositivos de fixação, ferragens e demais acessórios necessários para sua montagem. 

Diante deste novo modelo de negócio concebido pela IKEA, já na década de 80 os entraves logísticos passaram a ser mais representativos que a própria produção do mobiliário. Hoje, a cadeia logística começa nos fabricantes de insumos, passando pelos fabricantes de móveis e lojistas e terminando nas mãos do montador de móveis, geralmente dentro da casa ou estabelecimento comercial do consumidor final.